quinta-feira, 31 de março de 2011

Município de Central, na Bahia, sedia feira agroecológica



Estimular o consumo saudável, consciente e solidário, através da comercialização de alimentos orgânicos, é uma prática que vem dando certo nas feiras agroecológicas promovidas pelo projeto Cidades Sustentáveis, do CAA. Foi o que aconteceu no último sábado (26), no município de Central, que sediou, pela primeira vez a feira.

Em barracas padronizadas, o público beneficiário expôs uma variedade de hortaliças, verduras e frutas, tudo produzido sem agressão ao meio ambiente. Pela qualidade dos alimentos e pela organização da feira, muitos consumidores visitaram o local e ficaram animados, empolgando até os expositores. Alguns passaram somente para ver a novidade, outros aproveitaram para comprar.

A 1ª Feira Agroecológica em Central teve a participação de 15 produtores do projeto, além do produtor agroecológico Lucas, da localidade de Palmeiras. A atividade também reuniu membros da Associação dos Artesãos e Artesãs. Eles expuseram seus produtos, que se destacaram pela criatividade. A feira aconteceu paralelo à feira municipal, abrindo espaços para socialização de experiências e troca de informações.

Para Paula Silva, coordenadora do “Cidades Sustentáveis”, a feira foi bem recebida pela população em geral. Segundo ela, essa foi apenas uma de várias que acontecerão. Paula ressalta que além das famílias se alimentarem da produção, enriquecendo a alimentação e melhorando a saúde, encontram na feira um espaço oportuno para incrementar a renda através da venda do excedente.

Texto: Pascoal Ferreira (Ascom CAA)

terça-feira, 29 de março de 2011

Oficina difunde conhecimentos sobre plantas medicinais no Pará


Entre os dias 22 e 24 de março, agricultoras e beneficiadoras de plantas medicinais participaram da oficina Disseminando saberes sobre o cultivo, conservação e manejo de plantas medicinais, no âmbito do Projeto Mulheres do Campo, promovida pela Associação Paraense de Apoio as Comunidades Carentes (APACC), pelo Movimento de Mulheres do Nordeste Paraense (MMNEPA) e pela Pão Para o Mundo (PPM) em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Amazônia Oriental). Participaram cerca de 30 mulheres que já utilizam e beneficiam plantas medicinais mas também são fruticultoras, pescadoras, artesãs, integrantes da Pastoral da Criança, Agentes Comunitárias de Saúde, de grupo de Bioenergética, entre outras. A maioria veio dos municípios do Nordeste Paraense e do Baixo Tocantins como Cametá, Mocajuba, Capanema, São Miguel, do Guamá, Santa Maria, Irituia, Santa Luzia, Salinas, Tracuateua, Mãe do Rio, Limoeiro do Ajuru, Nova Timboteua. 
Integraram a programação trocas de experiências, debates e aulas práticas, como visita ao Horto de Plantas Medicinais; cultivo, conservação e propagação das plantas; fitoquímica; e coleta e identificação botânica. As participantes se comprometeram em multiplicar os novos conhecimentos em suas comunidades.
Para o pesquisador da Embrapa, Osmar Lameira, o interessante é que essas mulheres repassem informações e dicas nas comunidades onde vivem. “Elas já sabem fazer e trabalham com isso. O curso não pretende ensiná-las e, sim, sistematizar o processo já utilizado por elas: mostrar o tempo certo para colher uma folha, como utilizar melhor uma casca, como as plantas devem ser cultivadas e conservadas, como, por exemplo, evitar guardar o material em sacos plásticos, já que não impede a umidade”, explicou.
Este documento foi elaborado com a participação financeira da União Europeia. O seu conteúdo é de responsabilidade exclusiva da Pão Para o Mundo, não podendo, em caso algum, considerar-se que reflete a posição da União Europeia.
Veja abaixo algumas imagens do curso:



















domingo, 27 de março de 2011

CNBB divulga nota em defesa da Lei Maria da Penha

Nós, Bispos do Conselho Episcopal de Pastoral, reunidos em Brasília, nos dias 21 e 22 de março de 2011, manifestamos apoio à mobilização nacional em defesa da Lei Maria da Penha, sancionada pelo Presidente da República no dia 07 de agosto de 2006. Após cinco anos de vigência, a lei recebeu grande apoio da sociedade e merece ampliar seu alcance, assegurando todos os mecanismos e instrumentos nela previstos de modo que todas as mulheres vítimas de violência tenham seus direitos e sua cidadania garantidos.
A Lei representa uma grande conquista para as mulheres brasileiras, pois incorporou o avanço legislativo internacional e se transformou no principal instrumento legal no enfrentamento da violência doméstica contra a mulher no Brasil, inclusive com reconhecimento da Organização das Nações Unidas (ONU), como uma das melhores legislações do mundo.
As estatísticas, no entanto, revelam que o país ocupa a 12ª posição no ranking mundial de homicídios femininos (Mapa da violência - 2010, Datasus). No período de 1997 a 2007, 10 mulheres foram assassinadas por dia no Brasil. Isso merece nosso repúdio e indignação.
São, portanto, motivo de preocupação as interpretações restritivas e as tentativas de revisão dos artigos 16 e 41 da lei que diminuem sua eficácia e representam um significativo retrocesso na sua implementação e aplicabilidade. Tais restrições acarretam menor punição aos agressores, aumento do arquivamento dos processos, o desestímulo das mulheres em denunciar e exigir prosseguimento das investigações.
A Lei Maria da Penha é instrumento que levou a sociedade a realizar ações positivas no enfrentamento dos atos de violência contra a mulher. Cabe aos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo cuidar pela sua manutenção tal como aprovada, não permitindo nenhum tipo de retrocesso ou omissão.
A Igreja, comprometida na defesa dos Direitos Humanos, manifesta-se, mais uma vez, a favor do respeito à dignidade da mulher, incentiva os esforços de instituições e da sociedade na luta pela superação de todo e qualquer tipo de violência, possibilitando a construção de uma cultura de paz no ambiente familiar e social.
Brasília, DF, 22 de março de 2011.
Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana
Presidente da CNBB
Dom Luiz Soares Vieira
Arcebispo de Manaus
Vice-presidente da CNBB
Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário Geral da CNBB

Justa Trama lança promoção

A Justa Trama - Cadeia Ecológica do Algodão Solidário lançará na próxima quarta-feira, dia 30, através do site E-Solidaria.net - Comércio Justo e Solidário, uma promoção com desconto de 15% em todos os seus produtos, com frete grátis para todo o Brasil.

Trata-se de uma parceria que dará início a uma série de campanhas, que têm por finalidade a divulgação dos Empreendimentos Solidários por meio de promoção segmentada de produtos por empreendimento no site.

A Justa Trama viabilizou o desconto de 15% e o E-Solidaria.net a condição de frete grátis para todo o Brasil. Acesse http://www.e-solidaria.net/.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Comitê em Defesa do Urumari promove a III Romaria das Águas


A fim de sensibilizar os comunitários para a importância da preservação ambiental, assim como chamar atenção das autoridades para a necessidade de implementar ações e políticas públicas que assegurem a recuperação e proteção dos mananciais urbanos, o Comitê em Defesa do Urumari promove a III Romaria das Águas, em Santarém, até o dia 5 de junho de 2011, com o tema “Urumari: tua beleza encanta a vida”. A abertura da romaria ocorreu no dia 22 de março, Dia Mundial da Água.

Abong conclui consulta brasileira sobre a efetividade das Organizações da Sociedade Civil

Nos dias 21 e 22 de março, a Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (Abong) promoveu, em São Paulo, a Consulta Nacional do Fórum Aberto para a efetividade do desenvolvimento das Organizações da Sociedade Civil (OSCs), conhecido como Open Forum, com o apoio da Asociación Latinoamericana de Organizaciones de Promoción (ALOP). O coordenador executivo da Associação Paraense de Apoio as Comunidades Carentes (Apacc) - Baixo Tocantins, Franquismar Souza, participou do encontro.

Entre os assuntos discutidos ao longo do encontro estavam a cidadania participativa, a cooperação internacional, o desafio de promover políticas públicas na perspectiva de direitos, gênero e raça no novo contexto político, os movimentos feministas e de mulheres na América Latina, os impactos do trabalho das OSCs no Brasil, as condições necessárias para seu funcionamento, sua transparência, entre outros.

A próxima consulta nacional será de 28 a 30 de março, na República Dominicana e irá incluir também um subgrupo do Haiti.

Fonte: Abong

Curso de jardinagem e paisagismo produtivo com foco em agroecologia e bioconstrução

quarta-feira, 23 de março de 2011

Os perigos dos agrotóxicos no Brasil

A Radioagência NP apresenta uma série especial de sete reportagens sobre os agrotóxicos no Brasil. Os programas tratam dos efeitos dos agrotóxicos na saúde humana (tanto dos trabalhadores rurais como dos consumidores de alimentos), no meio ambiente e na agricultura.

O Brasil é o primeiro colocado no ranking mundial do consumo de agrotóxicos. Mais de um bilhão de litros de venenos foram jogados nas lavouras em 2010, de acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola.

Com a aplicação exagerada de produtos químicos nas lavouras no país, o uso de agrotóxicos está deixando de ser uma questão relacionada especificamente à produção agrícola e se transforma em um problema de saúde pública e preservação da natureza.

O consumo de agrotóxicos cresce de forma correspondente ao avanço do modelo do agronegócio, que concentra a terra e utiliza grande quantidade de venenos para garantir a produção em escala industrial. Nesse quadro, os agrotóxicos já ocupam o quarto lugar no ranking de intoxicações. Ficam atrás apenas dos medicamentos, acidentes com animais peçonhentos e produtos de limpeza. Essas fórmulas podem causar distúrbios neurológicos, respiratórios, cardíacos, pulmonares e no sistema endócrino, ou seja, na produção de hormônios.

Para ler e ouvir os programas da série especial “Os perigos dos agrotóxicos no Brasil”, acesse o site http://www.radioagencianp.com.br/.

Fonte: Radioagência NP

Vejam vídeo sobre três projetos simples e baratos para transformar água suja em potável

Mais de 31 milhões de brasileiros ainda não têm água tratada, segundo o IBGE. 
A água contaminada ainda é uma das principais causas de doenças em todo o país.
Veja também:
 http://ambientes.ambientebrasil.com.br/agua/artigos_agua_doce/dia_mundial_da_agua.html
Use a água racionalmente, 
a fonte não pode secar!